Desde antes de engravidar, eu adorava assistir aquele programa "Super Nany", eu assistia mesmo antes do SBT ter sua própria Super Nany, gostava e gosto ainda daquele programa que passa no Discovery Home & Health.
Aprendi tantas coisas sobre como lidar com as birras, malcriações, ataques de fúria, incentivo a se alimentar e outras coisas.
Mas, na prática é um pouco diferente, acabamos nos esquecendo dos ensinamentos da super babá e nos envolvemos em nossa própria rotina, nossos problemas e vamos assim levando.
Uma coisa que tenho como compromisso com Mauricio é a nossa rotina, acredito que crianças precisem de rotina, mesmos horários todos os dias para comer, sair, brincar, banho, dormir, com algumas exceções.
O castigo também funciona, desde que ele fez 1 ano, quando fazia algo errado, era alertado, se repetia ia para o castigo, um cantinho no canto da sala. Até hoje ele evita ir para o castigo como se fosse a pior coisa do mundo ficar sentado no cantinho.
Essa semana, assistindo ao programa, aprendi algo novo sobre brincadeiras, ela ensinou que os pais devem introduzir as brincadeiras com seus filhos, no tapete, no chão, no sofá, onde quer que seja, você deve sentar e brincar com a criança por alguns minutos e depois deixa-la brincando sozinha ou com seu irmão.
Percebi que fazia muito isso quando o Mauricio tinha menos de 2 anos, mas, estava deixando de fazer, achando que ele poderia brincar sozinho com a quantidade enorme de brinquedos que tem.
Eu apenas estava espalhando os brinquedos pela sala e o deixando lá, perdido no meio dos brinquedos.
Quando vi o programa é como se tivesse apertado um botão de alerta na minha mente, dizendo: olha, seu filho sempre vai precisar que esteja ao lado dele e não são os brinquedos o mais importante e sim a brincadeira.
É por isso que eu adoro a Super Nany.
terça-feira, 13 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Os mais legais programas infantis
Desde que o Mauricio fez 6 meses de idade, eu tive uma necessidade louca de sair com ele por aí, talvez pra desfrutar o tempo que fiquei trancada com ele em casa enquanto era muito pequenino, talvez para exibi-lo ao mundo e ouvir as pessoas dizendo: que lindinho! Puro orgulho de mãe.
Dos 6 meses até 1 ano, nossos passeios eram dos Parques, um deles era bem especial, pois, tem um gramado lindo e vários bebes deitados com seus pais tomando sol, o Parque Burle Marx no Morumbi, eu adorava ir até lá com o Mauricio.
O parque da Água Branca se tornou nosso favorito a partir do primeiro ano, ele já andava, então, o mais legal era ve-lo correr atrás das galinhas que vivem soltas neste parque, olhar os peixes do lago e brincar no carrossel ou nos carrinhos que ficam à disposição dos visitantes na parte de brinquedos do parque.
O parque Villa Lobos descobrimos um pouco tarde, por volta de 1 ano e 9 meses, começamos a levar o Mauricio para andar de bicicleta lá, o pai em uma bicicleta com ele no cadeirão e eu em outra, cambaleando, pois, há quase 15 anos eu não andava de bicicleta.
O Villa Lobos tem uma parte muito legal de grama e brinquedos que só descobrimos na 4a. vez que estivemos por lá, hoje é nosso segundo favorito.
Por incrivel que pareça, nunca levamos o Mauricio no Parque Ibirapuera, o maior da cidade, talvez por ser um pouco mais longe de casa.
Shopping Center, que atire a primeira pedra quem nunca levou o filho num shopping, pelo menos quem mora em São Paulo.
Não adianta, Shopping não é o melhor lugar para levar uma criança com menos de 1 ano, mas, a comodidade de saber que tem um fraldário a poucos metros de você, estacionamento, segurança, drogarias e lojas infantis, além das lojas de brinquedos e livrarias que os pequenos se esbaldam em brincar. Quem resiste?
No shopping West Plaza tem o Playland, o Mauricio vai sempre lá pra brincar e no Shopping Bourbon tem a livraria Cultura, toda vez que vamos até lá, ele sai com um livro novo.
As livrarias são boas opções para levar crianças maiores de 2 anos, antes disso eu já levava, mas, as chances de eles fazerem um bom estrago lá dentro são maiores.
A livraria da Vila, que fica na Fradique Coutinha na Vila Madalena é ótima opção, além do espaço infantil com mesinhas e cadeiras, tem contadores de história todos os finais de semana às 16hs.
Circo, maravilhoso. A primeira vez que o levamos foi quando ele estava com 1 ano e 10 meses, ele ficou às 2hs sentado no meu colo, impressionado com os palhaços e com os acrobatas.
Ouvi falar de "fazendinhas" que existem dentro de São Paulo, onde levamos as crianças para passarem o dia, lá tem diversos animais, muitas crianças e algumas brincadeiras, uma delas fica na av. Washington Luis, depois do aeroporto de Congonhas e está no nosso calendário de programas para o mês de abril.
Zoológico, apesar de lindo, o passeio tem que ser feito bem cedinho, se for perto da hora do almoço, além da lotação de pessoas, o calor insuportável faz com que o passeio fique prejudicado e os bichos se escondam atrás de suas árvores ou cavernas.
Praia. Qual a criança que não gosta de praia? Até os 2 anos o meu tinha medo do mar e um pouco de nojo da areia, mas, agora ele adora, levamos aqueles brinquedinhos de areia e procuramos praias onde a areia é batida e o mar calmo, como Juquehy no litoral Norte.
Os parques como: Playcenter, Parque da Monica (que fechou temporariamente), Parque da Xuxa, Hopi Hari ainda não estão nos nossos planos, muita bagunça, muito barulho e muito caro, para uma figura ainda tão pequenina.
Bjoo
Dos 6 meses até 1 ano, nossos passeios eram dos Parques, um deles era bem especial, pois, tem um gramado lindo e vários bebes deitados com seus pais tomando sol, o Parque Burle Marx no Morumbi, eu adorava ir até lá com o Mauricio.
O parque da Água Branca se tornou nosso favorito a partir do primeiro ano, ele já andava, então, o mais legal era ve-lo correr atrás das galinhas que vivem soltas neste parque, olhar os peixes do lago e brincar no carrossel ou nos carrinhos que ficam à disposição dos visitantes na parte de brinquedos do parque.
O parque Villa Lobos descobrimos um pouco tarde, por volta de 1 ano e 9 meses, começamos a levar o Mauricio para andar de bicicleta lá, o pai em uma bicicleta com ele no cadeirão e eu em outra, cambaleando, pois, há quase 15 anos eu não andava de bicicleta.
O Villa Lobos tem uma parte muito legal de grama e brinquedos que só descobrimos na 4a. vez que estivemos por lá, hoje é nosso segundo favorito.
Por incrivel que pareça, nunca levamos o Mauricio no Parque Ibirapuera, o maior da cidade, talvez por ser um pouco mais longe de casa.
Shopping Center, que atire a primeira pedra quem nunca levou o filho num shopping, pelo menos quem mora em São Paulo.
Não adianta, Shopping não é o melhor lugar para levar uma criança com menos de 1 ano, mas, a comodidade de saber que tem um fraldário a poucos metros de você, estacionamento, segurança, drogarias e lojas infantis, além das lojas de brinquedos e livrarias que os pequenos se esbaldam em brincar. Quem resiste?
No shopping West Plaza tem o Playland, o Mauricio vai sempre lá pra brincar e no Shopping Bourbon tem a livraria Cultura, toda vez que vamos até lá, ele sai com um livro novo.
As livrarias são boas opções para levar crianças maiores de 2 anos, antes disso eu já levava, mas, as chances de eles fazerem um bom estrago lá dentro são maiores.
A livraria da Vila, que fica na Fradique Coutinha na Vila Madalena é ótima opção, além do espaço infantil com mesinhas e cadeiras, tem contadores de história todos os finais de semana às 16hs.
Circo, maravilhoso. A primeira vez que o levamos foi quando ele estava com 1 ano e 10 meses, ele ficou às 2hs sentado no meu colo, impressionado com os palhaços e com os acrobatas.
Ouvi falar de "fazendinhas" que existem dentro de São Paulo, onde levamos as crianças para passarem o dia, lá tem diversos animais, muitas crianças e algumas brincadeiras, uma delas fica na av. Washington Luis, depois do aeroporto de Congonhas e está no nosso calendário de programas para o mês de abril.
Zoológico, apesar de lindo, o passeio tem que ser feito bem cedinho, se for perto da hora do almoço, além da lotação de pessoas, o calor insuportável faz com que o passeio fique prejudicado e os bichos se escondam atrás de suas árvores ou cavernas.
Praia. Qual a criança que não gosta de praia? Até os 2 anos o meu tinha medo do mar e um pouco de nojo da areia, mas, agora ele adora, levamos aqueles brinquedinhos de areia e procuramos praias onde a areia é batida e o mar calmo, como Juquehy no litoral Norte.
Os parques como: Playcenter, Parque da Monica (que fechou temporariamente), Parque da Xuxa, Hopi Hari ainda não estão nos nossos planos, muita bagunça, muito barulho e muito caro, para uma figura ainda tão pequenina.
Bjoo
sábado, 27 de fevereiro de 2010
A fase do "TUDO É MEU"

Desde que o meu pequeno nasceu, eu sabia que essa fase chegaria, pois, eu via ao meu redor aqueles pequenos donos do mundo de 2 ou 3 anos agarrando seus brinquedos quando viam um pequenino chegar perto e com a cara fechada dizer: É MEU!!!
Os pais sempre com aquela cara de tacho, implorando para o filho dividir o brinquedo, dizendo sempre o mesmo discurso: divide com o amiguinho, fique com um para você e outro para o amigo, etc.. etc...
Pois bem, minha fase de se desculpar com os outros pais chegou, meu filho virou o pequeno dono do mundo também, se apossa do que é dele e do que não é também, dizendo que tudo é dele.
Outro dia li que quando você se espelha em alguém melhor do que você, você tem essa pessoa como exemplo, quando você se espelha em alguém pior do que você, se chama contra-exemplo, todas às vezes que eu vejo uma criança berrando que o brinquedo é dela e fazendo cara feia, fazendo cena e até empurrando outra, tiro como contra-exemplo o modo como os pais lidam com a situação, pois, não admito que o Mauricio seja agressivo com outra criança, se ele não quer realmente dividir, eu o tiro de cena, o distraio e até deixo chorar um pouco, mas não fico com cara de "tacho".
Ontem no playground de uma loja de brinquedos, enquanto o Mauricio descia pelo escorregador, um menino de uns 3 anos e meio que estava do outro lado do playground, confortavel encima de um triciclo, começou a gritar: sai daí, sai daí, gritar alto mesmo, a babá ao lado dele fazia cara de paisagem, o Mauricio olhou para mim como se perguntasse: Por que ele quer que eu saia se está brincando de outra coisa? Eu apenas disse para ele: Continue filho, escorregue.
Passo vergonha sim, quando ele está com algum brinquedo dele e outra criança vem pedir, ele só dá quando ele quer, já aprendi isso, se eu peço para ele dar o brinquedo à outra criança ele dá show, se eu não falo nada, ele sai atrás das outras crianças oferecendo seu brinquedo em troca de amizade.
Relaxar é a melhor coisa a fazer nestes momentos, respeitar a criança, não insistir que ela divida o brinquedo, não brigar porque ela não quis dividir, mas brigar se ela começar a dar um show desnecessário, isso é o que eu faço, não sei se é o certo, mas é como consigo lidar com a situação.
Quando essa fase passa? Dificil adivinhar... espero que logo, mas no fundo, todos somos um pouco possessivos, mesmo depois de adultos.
Bjooo
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Por que ele parou de comer?
Hoje estou extremamente irritada e frustrada, senão diria um pouco furiosa também.
O Mauricio sempre foi um "bom garfo" como costumam dizer para as pessoas que comem bem, seu apelido é gordinho, porque era um bebezão bem guloso.
Até 1 ano e 11 meses ele comia muito bem, se não almoça bem, jantava bem, como o pediatra me disse: Ele precisa comer bem pelo menos uma refeição ao dia, seja o almoço ou o jantar.
Faltam duas semanas para que ele complete 2 aninhos, e simplesmente ele parou de comer bem, ele não almoça e não janta há 1 semana, se eu der bolacha, salgadinhos, doces e sucos o dia inteiro ele come, mas não dou claro, sei disso porque às vezes ele acabou de recusar o almoço e se encontra algum amiguinho comendo salgadinho, pipoca ou bala ele pede desesperadamente por aquilo.
Na escola ele deixou de almoçar, então, logo que o pegava na escola, às 12hs eu parava em um restaurante por quilo no meio do caminho de casa e almoçavamos novamente, eu e ele, mas, há 2 dias ele se recusa a almoçar comigo, simplesmente nega a comida na escola e a comida no restaurante.
Hoje, não o levei na escola, fiquei em casa porque está chovendo e porque queria curtir um pouco ele em casa, mas, na hora do almoço nossa feliz parceria chegou ao fim, tentei dar a comida que fiz com tanto carinho e ele fazia cara de nojo e empurrava a colher, sendo que não dei nenhuma comida desde o café da manhã às 9hs.
Fiquei tão irritada que abri a boca dele à força e empurrei comida dentro, claro que ele chorou e eu me senti mal, impotente, perdida...
Fui pra cozinha, com vontade de chorar.
Ele ficou me chamando no cadeirão, tentei por mais duas vezes, bem calmamente dar a comida, até coloquei um DVD que ele adora assistir pra ver se ele se distraia, mas, nada aconteceu, ele recusou novamente e antes que eu virasse o pote de comida nele, fui pra cozinha tomar um ar e pensar o que está acontecendo?
Não sei se há motivo para ligar para o pediatra, já que ele come outras "besteiras" se eu der.
Não é enjoo da comida, pois, todos os dias damos comidas diferentes e até de lugares diferentes.
Não sei se é dente, pois, se der uma bela bala ele come feliz da vida.
Depois que joguei a comida dele toda no lixo, ele ficou chorando: papá, papá, papá, mas sei que ele não queria mais, ele chamava porque percebeu minha cara de fúria e minha frustração.
Vou recorrer às outras mães para pedir socorro.
Socorrooooooooooooo.
O Mauricio sempre foi um "bom garfo" como costumam dizer para as pessoas que comem bem, seu apelido é gordinho, porque era um bebezão bem guloso.
Até 1 ano e 11 meses ele comia muito bem, se não almoça bem, jantava bem, como o pediatra me disse: Ele precisa comer bem pelo menos uma refeição ao dia, seja o almoço ou o jantar.
Faltam duas semanas para que ele complete 2 aninhos, e simplesmente ele parou de comer bem, ele não almoça e não janta há 1 semana, se eu der bolacha, salgadinhos, doces e sucos o dia inteiro ele come, mas não dou claro, sei disso porque às vezes ele acabou de recusar o almoço e se encontra algum amiguinho comendo salgadinho, pipoca ou bala ele pede desesperadamente por aquilo.
Na escola ele deixou de almoçar, então, logo que o pegava na escola, às 12hs eu parava em um restaurante por quilo no meio do caminho de casa e almoçavamos novamente, eu e ele, mas, há 2 dias ele se recusa a almoçar comigo, simplesmente nega a comida na escola e a comida no restaurante.
Hoje, não o levei na escola, fiquei em casa porque está chovendo e porque queria curtir um pouco ele em casa, mas, na hora do almoço nossa feliz parceria chegou ao fim, tentei dar a comida que fiz com tanto carinho e ele fazia cara de nojo e empurrava a colher, sendo que não dei nenhuma comida desde o café da manhã às 9hs.
Fiquei tão irritada que abri a boca dele à força e empurrei comida dentro, claro que ele chorou e eu me senti mal, impotente, perdida...
Fui pra cozinha, com vontade de chorar.
Ele ficou me chamando no cadeirão, tentei por mais duas vezes, bem calmamente dar a comida, até coloquei um DVD que ele adora assistir pra ver se ele se distraia, mas, nada aconteceu, ele recusou novamente e antes que eu virasse o pote de comida nele, fui pra cozinha tomar um ar e pensar o que está acontecendo?
Não sei se há motivo para ligar para o pediatra, já que ele come outras "besteiras" se eu der.
Não é enjoo da comida, pois, todos os dias damos comidas diferentes e até de lugares diferentes.
Não sei se é dente, pois, se der uma bela bala ele come feliz da vida.
Depois que joguei a comida dele toda no lixo, ele ficou chorando: papá, papá, papá, mas sei que ele não queria mais, ele chamava porque percebeu minha cara de fúria e minha frustração.
Vou recorrer às outras mães para pedir socorro.
Socorrooooooooooooo.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O aniversário de 2 aninhos
Falta praticamente 1 mês para o aniversário de 2 anos do Mauricio.
No primeiro aninho, fiz uma festa em buffet bem legal, todos dizem que o bebê não se lembra e coisa e tal, mas, eu fiz a festa dele para nossa família.
Depois do nascimento do Mauricio, fiquei pelo menos 4 meses dentro de casa, andando praticamente de sutiã de amamentação e camisola o dia todo, não posso esquecer da cinta que usei por 2 meses, com a amamentação eu não tingia o cabelo (coisa que até pode mas eu não queria), não passava cremes com ácido no rosto, o que agravou meu problema com espinhas e não comprava roupas, pois, sabia que iria perder aquela barriguinha cedo ou tarde.
Os passeios com as amigas foram para o brejo, pois, fica dificil carregar um bebe para todo lado e eu não quis interferir na rotina dele até o primeiro ano.
A festa do 1 ano do Mauricio foi para mim como um redescobrimento, de quem eu sou como mulher, no que me transformei sendo mãe, não pude chamar todos que eu queria, pois, só fechei para 50 pessoas e se pudesse teria chamado 100.
Agora com 2 anos não tenho essa necessidade, já me relaciono com minhas amigas como antigamente, estudo, trabalho, não uso cinta e nem sutiã de amamentação rsrs.
Não quero deixar passar em branco, mas, não tenho dinheiro e nem necessidade de dar uma festa para os meus amigos.
Vou reunir os amiguinhos do Mauricio, aqueles que nasceram na mesma época que ele, que estudam com ele, nadam ou que brincam no condomínio com ele, cerca de 10 amiguinhos mais próximos e seus pais, que nem conheço direito.
Vou alugar uma piscina de bolinhas, levar os brinquedos pessoais dele para o salão de festas, um bolo, salgadinhos, brigadeiro e balões.
Não vai ter churrasco, nem buffet, nem almoço, vai se festa igual de quando eu era criança, coxinhas e empadinhas.
Diferente do primeiro ano onde a festa foi para a nossa família, esta será para o Mauricio, só para ele.
No primeiro aninho, fiz uma festa em buffet bem legal, todos dizem que o bebê não se lembra e coisa e tal, mas, eu fiz a festa dele para nossa família.
Depois do nascimento do Mauricio, fiquei pelo menos 4 meses dentro de casa, andando praticamente de sutiã de amamentação e camisola o dia todo, não posso esquecer da cinta que usei por 2 meses, com a amamentação eu não tingia o cabelo (coisa que até pode mas eu não queria), não passava cremes com ácido no rosto, o que agravou meu problema com espinhas e não comprava roupas, pois, sabia que iria perder aquela barriguinha cedo ou tarde.
Os passeios com as amigas foram para o brejo, pois, fica dificil carregar um bebe para todo lado e eu não quis interferir na rotina dele até o primeiro ano.
A festa do 1 ano do Mauricio foi para mim como um redescobrimento, de quem eu sou como mulher, no que me transformei sendo mãe, não pude chamar todos que eu queria, pois, só fechei para 50 pessoas e se pudesse teria chamado 100.
Agora com 2 anos não tenho essa necessidade, já me relaciono com minhas amigas como antigamente, estudo, trabalho, não uso cinta e nem sutiã de amamentação rsrs.
Não quero deixar passar em branco, mas, não tenho dinheiro e nem necessidade de dar uma festa para os meus amigos.
Vou reunir os amiguinhos do Mauricio, aqueles que nasceram na mesma época que ele, que estudam com ele, nadam ou que brincam no condomínio com ele, cerca de 10 amiguinhos mais próximos e seus pais, que nem conheço direito.
Vou alugar uma piscina de bolinhas, levar os brinquedos pessoais dele para o salão de festas, um bolo, salgadinhos, brigadeiro e balões.
Não vai ter churrasco, nem buffet, nem almoço, vai se festa igual de quando eu era criança, coxinhas e empadinhas.
Diferente do primeiro ano onde a festa foi para a nossa família, esta será para o Mauricio, só para ele.
1 ano e 8, 9 e 10 meses
Corre filho, corre...
É o que eu mais falo para o Mauricio quando estamos brincando, os olhos dele brilham e o sorriso se abre quando eu falo para ele correr, claro, ele sai correndo.
Há pouco tempo ele era um bebezinho que andava com dificuldade e caía a toa, correr era uma aventura, alguns passos e o tombo inevitável, agora, ele corre sem cair e adora, olha para mim como sorrindo como se disesse: eu consigo mamãe.
Nunca imaginei como seria bom ver o filho crescendo, sempre quis ser mãe, amo meu filho desde o primeiro segundo que o vi, mas, não entendia quando falavam que o amor que sentimos por eles só tende a crescer.
Quando nosso filho consegue se comunicar conosco através de sinais, gestos e poucas palavras, o mundo fica pequeno para a satisfação que sentimos em poder trocar informações com ele.
Minha maior diversão é ir com ele ao shopping passear, agora posso solta-lo e deixar que corra pelos corredores, sentamos em algum lugar para comer um bolo e tomar um suco, vamos à livraria juntos e enquanto ele bagunça os livros da prateleira eu coloco de volta, vamos ao cinema e ficamos apenas 40 minutos até que ele queira sair correndo, não me importo.
Amo olhar aquele pequeno menino descobrindo o mundo, as pessoas e as coisas, olhando para o céu e apontado a lua, olhando para o teto e dizendo: UZ mamãe (luz).
Com 1 ano e 10 meses já me divirto indo a festas infantis, antes tinha que ficar correndo atrás dele com medo que caísse e se machucasse, hoje, apenas o observo brincando na piscina de bolinhas ou nos escorregadores que ele ama.
As balas são liberadas nos finais de semana e ele simplesmente ama, já os refrigerantes estão vetados até que eu não consiga mais impedir.
Com 1 ano e 10 meses ele vai para a escola numa boa, feliz e até tenta me contar o que aconteceu lá, coisa dificil de entender.
Ouço pelo menos 100 vezes ao dia a palavra: mamãe.
Tem coisa melhor?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
As primeiras palavras
Já disse isso 1000 vezes e vou repetir: Mãe tem memória curta.
Eu mesmo não me lembro quando o Mauricio começou a dizer as primeiras palavras, outro dia vi um menino de 1 ano e 3 meses falando muito, mas uma língua que ninguém entende, nem mesmo a mãe dele.
Acho que a língua entendível do Mauricio começou com 1 ano e 6 meses aproximadamente, antes disso acho que ele só falava: mamãe, papai, bobó (vovó) e Jade que é a cachorrinha de estimaçao da minha mãe.
Agora com 1 ano e 9 meses ele começou a juntar as palavras e é uma delícia ouvi-lo dizer: dá mamãe, não mamãe, qué (quero) mamãe, olha lá, não qué (quero) e etc.
O vocabulário dele está aumentando a cada dia e eu fico surpresa a cada nova palavra que ele fala.
A nova onda dele é pedir colo, sempre que está no chão ele olha pra mim, estende os braços e fala: colo mamãe, eu claro, não resisto e dou colo aquela figurinha de 13kg.
A personalidade também está aflorando, hoje ele teve um momento de fúria, acho que foi o primeiro que presenciei, ele não queria tomar banho e eu o coloquei na banheira mesmo assim, faz parte da nossa rotina e eu não iria ceder ao apelo dele, na banheira ele esperneava e chutava a água com tanta raiva que ficou vermelho, não me contive e dei risada, ele furioso veio em minha direçao e me deu um tapa.
Imagine, eu nunca dei um tapa nele, ele só pode ter tido essa reação em virtude da fúria e do meu sorriso de descaso, fiquei séria, segurei a mão dele e disse que ele não poderia repetir aquilo nunca mais, ele ficou sem graça e me abraçou.
Em alguns momentos eu preciso parar e analisar a minha postura em relacao a ele, o que devo mudar, como devo me comportar, pois, a cada dia ele presta mais atençao no que eu faço, como falo com as pessoas, se sorrio, se fico zangada.
Ele entende tudo que eu falo e às vezes me esqueço disso, acho que ele ainda é um bebezinho, tenho que me controlar e dar o bom exemplo.
Sempre troco experiências com outras mães de filhos pequenos como o meu e temos os mesmos temores e as mesmas ansiedades.
Que mundo queremos dar ao nosso filho?
Que filho queremos dar ao mundo?
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